Meninas, recentemente estava lendo na internet sobre misturas de colorações de farmácia pra obter o ruivo acobreado. Quem mora em cidades interioranas encontra muita dificuldade para adquirir as marcas de salão que realmente deixam um laranjinha bonito, por isso eu gostaria de ajudar com colorações de farmácia.
Li muito e percebi um erro comum que quase todas cometem ao tentar misturar colorações. Geralmente pega-se uma tinta loira 9.0 ou 10.0 e mistura-se com a famosa 77.44. Essa mistura se feita na proporção 2/3 de loiro para 1/3 de ruivo fica até legal. Porém a raiz não abre!!! Nesse caso estou me referindo a quem já está com cabelo claro. A raiz não abre porque os loiros de farmácia são fracos, não tem um forte poder clareante.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Inspiração: Ruivo vermelho
Algumas pessoas insistem em uma guerrinha
entre acobreadas e vermelhas, levantando o mote de que cabelo vermelho não é
ruivo. Particularmente eu descordo, acho que no universo das ruivas tem espaço
para todas. É claro se você pegar um ruivo natural, o cabelo dele será mais
próximo ao acobreado, mas daí a dizer que pessoas com cabelo vermelho não podem
se denominar ruivas já é demais. Vamos ser mais democráticos!!!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Dica literária: Mary Higgins Clark
A primeira postagem do blog em 2016 não tem haver com cabelos!!! Para começarmos o ano bem vim dar uma dica literária e falar sobre uma autora que amo, mas que é pouco conhecida no Brasil.
Desde de criança que adoro ler, e sempre passava horas imersa nas deliciosas aventuras que os livros nos trazem. Um dia quando estava escolhendo alguns títulos para comprar li a sinopse de "Na rua em que você mora", da até então desconhecida para mim Mary Higgins Clark. O livro me chamou atenção e resolve adquiri-lo.
Desde de criança que adoro ler, e sempre passava horas imersa nas deliciosas aventuras que os livros nos trazem. Um dia quando estava escolhendo alguns títulos para comprar li a sinopse de "Na rua em que você mora", da até então desconhecida para mim Mary Higgins Clark. O livro me chamou atenção e resolve adquiri-lo.

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